Publicação do primeiro inventário de emissões faz parte de estratégia da Promon Engenharia

08/12/2011
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Publicação do primeiro inventário de emissões faz parte de estratégia da Promon Engenharia em aliar excelência operacional ao contexto das mudanças climáticas

Soluções inovadoras no contexto da mudança do clima podem ao mesmo tempo ir de encontro com os anseios de clientes e estimular a excelência operacional na prestação de serviços de uma empresa. A Promon Engenharia aderiu em 2010 ao Programa Brasileiro GHG Protocol, buscando um novo modo de se fazer engenharia. A metodologia oferecida e a parceria com o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas permitiram o mapeamento das emissões corporativas de gases de efeito estufa da empresa e a troca de experiências relacionadas com a gestão das emissões com outras companhias participantes do Programa.

A produção do primeiro inventário de emissões da empresa para divulgação pública foi feita por uma equipe interna que recebeu treinamento específico para a tarefa e contou com a participação de várias áreas da companhia. A primeira etapa do processo foi a realização de reuniões de conscientização visando engajar os responsáveis pela identificação das fontes de emissão e pela coleta dos dados.

Mais que conscientização, as reuniões possibilitaram o mapeamento de ferramentas e processos de gestão que já existiam dentro da empresa e estavam diretamente relacionados à questão. Contribuíram também para a identificação de algumas iniciativas dispersas que colaboravam para a redução da pegada carbônica. São elas: busca contínua por eficiência energética, otimização da cadeia logística, substituição de viagens aéreas por novas tecnologias de trabalho à distância, disponibilização de salas de videoconferência, incentivo a caronas e implantação de vans integrando escritórios a estações de metrô.

O resultado do inventário demonstrou que a maior parte das emissões de gases de efeito estufa (GEEs) relacionadas à organização (87%) são de caráter indireto − escopo 3, conforme a metodologia GHG Protocol. Nesse escopo foram contabilizadas as emissões relacionadas a transporte aéreo e terrestre de profissionais e deslocamento domicílio-trabalho. Emissões diretas de GEEs (relativas aos escopos 1 e 2 do GHG Protocol) correspondem, respectivamente, a 4% e 9% do total.

A aplicação da metodologia do GHG Protocol permitiu quantificar tanto emissões realizadas como emissões evitadas por ações implantadas, assim como auxiliou na identificação de novas ações a serem propostas. Os próximos passos da estratégia da Promon visam efetivar essas ações e trazer a quantificação de emissões de GEEs como dado de entrada para os processos de decisão e estabelecimento de estratégias.

A Promon Engenharia já se recusou a participar de projetos nos quais a emissão de GEEs foi considerada impacto relevante, optando por oportunidades de negócio de menor emissão. No futuro, pretende ampliar a oferta de soluções relacionadas com o tema e continuar atuando segundo um modo mais sustentável de se fazer engenharia.

Disclaimer:
A empresa atesta e se responsabiliza pela veracidade e rigor das informações relatadas. A Fundação Getulio Vargas se exime de quaisquer responsabilidades sobre as informações prestadas pela empresa. A publicação dos cases não implica em endosso ou aprovação das práticas da empresa pela Fundação Getulio Vargas.